quarta-feira, 13 de maio de 2009

Pombagira Maria Padilha











É a Rainha do reino da lira, "Lira é uma cidade africana, que fica nas fronteiras orientais do Reino Baganda, de lá venho eu...” também conhecida como” Rainha do Candomblé” ou Rainha das Marias.


Rainha do candomblé não pelo culto africanista aos Orixás, senão por ser essa palavra o sinônimo de dança e música ritual.


Devemos dizer que a Pombagira representa o poder feminino feiticeiro, comparável com as Iyami Oxorongá dos iorubás. Ela pode ter muitos maridos, que se tornam seus "escravos" ou empregados.


Em terras bantas é originalmente chamada de “Aluvaia-Pombagira", está é uma palavra africana de um idioma do povo banto (Angola), erroneamente confundido por algumas pessoas desinformadas com palavras do português “pomba um pássaro” e "gira sentido de movimento circular”.


Mulher de Exu rei das 7 Liras ou Exu Lúcifer como é conhecido nas kimbandas.


É bonita, jovem, sedutora, elegante, feminina, mas também tem vidência, sempre tem algum conselho para aqueles que estão sofrendo por um amor, mas também é usada a sua força para desmanchar feitiços, para pedir proteção e curar várias doenças.


Mas não se engane, pois ela gosta de ser respeitada e admirada e é ponta de agulha, quem brinca com ela geralmente vai morar na sepultura.

Sua característica principal é ser uma pombagira festeira adora festas com ritualísticas e alegria daí ser chamada de rainha do candomblé.

Prefere bebidas suaves, vinhos doces, licores, cidra, champagne, anis etc...

Gosta de cigarros e cigarrilhas de boa qualidade, assim como também lhe atrai , o brilho, destaque, flores e perfumes, usa sempre muitos colares, anéis, brincos, pulseiras etc...


Maria Padilha se divide em muitos outros caminhos, para melhor reverencia-la:


ia-la:

Maria Padilha Rainha dos 7 Cruzeiros da Kalunga

Maria Padilha Rainha das 7 Encruzilhadas

Maria Padilha Rainha dos Infernos

Maria Padilha Rainha das Almas

Maria Padilha das Portas do Cabaré

Maria Padilha Rainha das 7 Navalhas (ou facas)

Maria Padilha Rainha da Figueira

Entre tantas outras...

Então, já que tivemos a oportunidade de conhecermos um pouco mais dessa sedutora e misteriosa pombagira, vamos sempre lembra-la e admira-la não só por sua beleza mais sim também por seus feitos.

Larôie Pombagira.

terça-feira, 12 de maio de 2009

Quem é Exu?







Exu e Pomba Gira são alvo de preconceito e polêmica e hoje quero, ao menos tentar desfazer essa impressão ruim sobre eles.

Para entendermos Exu precisamos entender sua importância no Candomblé.
Dentro do Candomblé, nos que mantém sua raiz, Exu é cultuado como Orixá e não como falange de trabalhos como é na Umbanda.

Quando no Candomblé em tudo que se vai fazer Exu sempre é oferendado pedindo para que tudo corra bem e que ele protega o Ylê.

Exu enquanto Orixá no Candomblé é considerado o mensageiro divino entre o Orum (Céu) e o Ayê (Terra) e acredita-se sem ele não haver comunicação entre os dois reinos.

Essa é a imagem de Exu dentro o Candomblé, entretanto os Católicos criaram ao redor de Exu uma aura completamente negativa e ruim associando-o ao Diabo, como sendo um ente diabólico que tem no mal sua fonte de prazer e satisfação pessoal.
Foram eles que institucionalizaram a imagem de Exu com chifres, pele vermelha, rabo, pés de bode.

Até o momento temos duas formas de se ver Exu, agora quero falar de Exu dentro do culto umbandista.

E interessante o quanto é ambígua a figura de Exu e Pomba Gira no culto umbandista.
São tratados com todo respeito e cerimônia, por vezes até temidos, entretando as giras de esquerda nos terreiros, em geral são as que mais se tem pessoas sentadas na assistência e muitas vezes com pessoas em pé aguardando sua vez de serem atendidas.

O tratamento que algumas casas dão a Exu me intriga, algumas casas não permitem que a assistência se consulte com Exu por considerar que ele não tenha consciência e evolução para tal.

Mas se a entidade que está manifestada em seu médium no terreiro recebeu permissão para tal é porque atingiu um nivel de evolução que a capacita para esse trabalho, outras tantas nem cogitam o trabalho com Exu.

Longe de querer criticar o trabalho ou a doutrina de qualquer casa, estou somente indicando como algumas casas pensam sobre o assunto, cada casa tem seus dirigentes e guias chefes que devem ser respeitados como tal.
Voltando a figura de Exu na Umbanda, não podemos esquecer de Pomba Gira, Exu Mirim e Pomba Gira Mirim.

Eles são os responsáveis pelo bom andamento e segurança de nossas giras, não fossem eles fazendo a nossa "segurança espiritual" todo trabalho ou toda vez que há alguma atividade espiritual no terreiro, estaríamos expostos a toda sorte de ataques desde zombeteiros querendo atrapalhar até eguns e kiumbas com objetivos de fazer o mal.

Por isso sempre próximos a porteira do lado esquerdo, qdo possível, temos os assentamentos de nossos Guardiões e Guardiãs de esquerda, que zelam por nós.
Se você meu irmão que está iniciando na gira pensa que eles só se fazem presentes nos casos que citei anteriormente, está enganado, pois mesmo durante as giras de Caboclos, Pretos Velhos, etc eles estão sempre de prontidão para ajuda-los indo buscar obssessores, ou fazer algum trabalho sob o comando da linha em terra, sem isso muitas vezes, o "primeiro socorro" não seria totalmente efetuado.
Haha mas eles não tem só o papel de "polícia" eles também são grandes agentes Kármicos, a serviçõ da Lei e Justiça divinas, aplicando suas sentenças a quem declaram culpadas.

Em geral boa parte das atuações de Exu e Pomba Gira podem ser desativadas durante as giras ou através de oferendas, já as atuações que estão ocorrendo por determinação da Lei Maior e Justiça Divinas estas difícilmente poderão ser paradas, a menos que o autuado já tenha passado o que tinha que ter passado e se assim for entendido.
Como diz num ponto cantado ao Sr. Exu Tiriri, ...com o seu punhal ele corta demanda, ele cura ele fura... Exu pode sim realizar curas, porque não?
Acredito que com o que falei até o momento já é possível se entender um pouco o trabalho e como Exu e Pomba Gira atuam.
Suas gargalhadas expandem no ar a vitalidade e o vigor e nas suas baforadas de charutos ou cigarrilhas espantam o mal.
Exu sempre encontra um caminho para chegar ao nosso âmago mais profundo para nos trazer a realidade e realizar assim um trabalho de concientização de nós para com nós mesmos.
Manipulam elementos como o charuto e a cigarrilha, pois o tabaco usado como erva de poder tem um grande poder de limpeza, portanto o que muitos pensam que é saciar o vício da entidade, está errado, é um grande trabalho de limpeza e energização.
O álcool da bebida tem a mesma função de limpeza quando por vezes cruzam os consulentes com a bebida, bem como regula o magnetismo do médium com o da entidade, assim novamente é um trabalho que é realizado com esse elemento e não uma satisfação de necessidades pessoais da entidade.

Na Umbanda não se imola nenhum animal para Exu, entretando nos cultos em que há grande influência do Candomblé existe a imolação.
Oportunamente falarei um pouco mais sobre Exu, Pomba Gira, Exu Mirim e Pomba Gira Mirim.

terça-feira, 5 de maio de 2009

KIMBANDA e QUIMBANDA









POR EDMUNDO PELLIZARI (RAS ADEAGBO)

Kimbanda significa algo como “cu­ran­deiro” em kimbundu, um idioma bantu falado em Angola.

O kim­banda é uma espécie de xamã africano.

O ofício do kimbanda é chamado de “umban­da”... Todos já ouvimos essa palavra por aqui.

Quimbanda é um culto afro-brasileiro com forte influência bantu e muito influ­enciado pela magia negra européia.

Kimbanda e Quim­banda se confun­dem, mas são cultos distintos e com objetivos dife­rentes.

O kimbandeiro é um membro ativo de sua comunidade,

um doutor dos po­bres e intérprete dos espíritos da Natureza.

Ético, ele sempre trabalha para o bem, a paz e a har­monia.

O quimbandeiro é um feiticeiro.

Nor­mal­mente vive afastado, não se envolve social­mente.

Na África, o kimbandeiro faz a ponte en­tre os Makungu (ancestrais divini­zados),

os Minkizes (espíritos sagrados da Natureza) e os seres humanos.

Ele entra em transe profundo, incorpora os seres invisíveis que consultam os necessitados e os aconselham na resolução dos proble­mas. Os espíritos no corpo do kimbanda falam, fumam e bebem.

Como autêntico xamã, ele sabe que a mata é um ser vivo que respira, come e sen­te.

Ela é densamente habitada por diversos tipos de entidades, que trans­mitem seu conhecimento aos sacerdotes eleitos.

Alguns destes seres se parecem a “duendes”.

Eles tem uma perna só, um olhos só ou falta algum braço.

Moram dentro da mata e podem cruzar o caminho de algum caçador.

Um Ponto Cantado para os exus na Umbanda, diz:

“Eu fui no mato,

oh ganga!

Cortar cipó,

oh ganga!

Eu vi um bicho,

oh ganga!

De um olho só,

oh ganga!”

Ganga vem de Nganga, um dos no­mes pelo qual o kim­banda é conhecido.

Nosso querido Saci Pererê é um de­les.

Ele usa o filá (gor­ro) vermelho dos kim­­bandas, o ca­chim­bo dos pretos velhos e o tabaco dos caboclos!

O quimbandeiro centra seu trabalho na figura de Exu, que é um Orixá yoruba e não um Nkizi bantu.

A entidade que se assemelha a Exu entre os bantu é chamada de

Aluvaiá, Nkuvu-Unana, Jini, Chiruwi, Mangabagabana e Kitunusi dependendo do dialeto e da região.

Aluvaiá pode ser “homem” ou “mu­lher” e sua energia permeia tudo e todas as coisas.

Ele se adapta muito bem à noção umbandista de exu (entidade masculina) e pomba gira (entidade masculina).

O quimbandeiro também invoca e incorpora as entidades associadas ao culto do magnífico Orixá Exu, os exus e pombas giras.

Pode haver sincretismo com nomes como Lúcifer, Asmodeus, Behemoth, Bel­zebu e Astaroth da Cultura Européia.

A visão das entidades também pode mudar... O kimbandeiro invoca as almas dos antigos

Tatas (pais espirituais ou sa­cerdotes curandeiros) e Yayas (mães espi­rituais ou sacerdotisas curandeiras).

Estas almas transcenderam o limite da mate­rialidade e da ignorância.

Elas possuem bondade, conhecimento e luminosidade.

Algumas não precisam mais encarnar, pois, já evoluíram o suficiente neste mundo.

O quimbandeiro invoca almas de entidades que em vida foram feiticeiros, malandros, mercadores, homens ou mu­lheres comuns, etc...

Na África o sangue é um elemento sacrificial.

O kimbandeiro oferece um ani­mal a uma entidade, prepara a carne e entrega a primeira porção ao espírito.

O resto do animal, que se tornou agora ali­mento, é compartilhado com a comuni­dade se isto acontece em data festiva.

O quimbandeiro, não está interessado em “sacrificar” (tornar sagrado), ele está preocupado com os poderes mágicos do sangue, vísceras e couro do animal. Por­tanto, teologicamente falando, ele não sacrifica.

As imagens utilizadas no culto do kim­bandeiro são feitas de pedra, madeira e barro.

Os artesãos procuram modelar as entidades da Natureza de forma natural e simples.

A imagem é consagrada cerimo­nial­mente e uma porção do espírito da entidade passa a habitar a efígie.

Na Quimbanda, na maioria das vezes, são utilizadas imagens de gesso que re­presentam os espíritos aliados.

Comu­mente estas imagens tem aspecto aver­melhado, podendo ter chifres ou não.

O kimbandeiro é um agente social.

Ele depende da comunidade e a comu­nidade depende dele.

Quando aceita um pagamento para seu trabalho, ele retira do mesmo a sua sustentabilidade.

Todo mundo sabe e pactua com isso.

Não existe abuso.

Trocas de mercadorias e favores podem substituir o dinheiro como paga­mento.

As pessoas empobrecidas são aten­didas sem nada precisar dar em troca.

As vestes do xamã bantu são normais e naturais.

Quando está trabalhando usa filá, guias de sementes, cinturão com amuletos e roupas sóbrias.

Três são os pilares do kimbandeiro: amor, honra e caridade.

O universo da Kimbanda é composto por tês mundos que se interpenetram:

o mundo celeste onde moram os espíritos celestiais e originais (alguns Minkizis e ancestrais divinizados),

o mundo natural habitado pelos homens e pelos espíritos da natureza (elementais)

e o mundo sub­terrâneo da morte e dos ancestrais.

O médium na Kimbanda é um canal entre os espíritos e os que precisam dos espíritos.

Ele é um instrumento mágico, um servidor da humanidade que pratica um transe profundo,

pois, somente ador­mecendo o ego o divino pode fluir.

Os espíritos utilizam o médium com gentileza e cuidado, sem esgotar suas reservas de energia psíquica.

A Umbanda, certamente, bebeu das águas tradicionais da Kimbanda.

Os negros bantus trouxeram sua herança espiritual, legítima, luminosa, ecológica e antiqüís­sima.

Oramos para que as antigas almas dos Tatas e Yayas nos ajudem a separar o trigo do joio.

Nzambi primeiro!

Nsala Malekun!

sábado, 2 de maio de 2009

A DEFUMAÇÃO






A defumação é essencial para qualquer trabalho num terreiro de Umbanda. É também uma das coisas que mais chamam a atenção de quem vai pela primeira vez assistir a um trabalho.

Para que serve aquela fumacinha saindo daquelas vasilhas ?

Qual a utilidade real da defumação ?

Certas cargas pesadas se agregam ao nosso corpo astral durante nossa vivência cotidiana, ou seja, pensamentos e ambientes de vibração pesada, rancores, invejas, preocupações, etc. tudo isso produz (ou atrai) certas formas-pensamento que se aderem ao nosso aura e nosso corpo astral, bloqueando sutis comunicações e transmissões energéticas entre os ditos corpos.

Pois bem, a defumação tem o poder de desagregar estas cargas, através dos elementos ar, fogo e vegetal que a compõe, pois interpenetra os campos astral e mental e o aura, tornando-os novamente "libertos" de tal peso para produzirem seu funcionamento normal.

Mas a defumação deve ser feita com ervas escolhidas, colhidas na lua certa e sempre devem ser queimadas em braseiro de barro, já que o braseiro de metal anula a forca contida nas ervas.

Há também outro fator importante. Existem casos de se queimar as ervas com uma profusão de fumaça insuportável, que chega a fazer os olhos arderem e as pessoas tossirem ate'nao poderem mais. Na verdade, o importante na defumação e'o bom cheiro das ervas, a leveza tênue da fumaça e a não poluição desesperada do ambiente, que só prejudica, pois abala a atenção e mesmo a saúde, já que pode ser perigoso para quem tem problemas respiratórios. O importante é a qualidade e não a quantidade.

Obs.: Um boa defumação pode ser feita com cravo, canela em pau e erva-doce, sendo ótima para a manutenção e desagregação de cargas no ambiente do terreiro ou em sua residência, sendo que a defumação deve ser sempre efetuada dos fundos para a frente da casa, acompanhada de um ponto cantado adequado a situação.

Um ponto cantado de defumação :

Corre a gira meu Pai Ogum,

Filho não esquece de defumar.

Oh Umbanda tem fundamento,

e é preciso preparar,

com incenso e bejuim,

alecrim e alfazema.

Oi defumar filhos de fe',

com as ervas da Jurema.

quinta-feira, 30 de abril de 2009

RITUAIS PARA CRIANÇAS





As crianças são a alegria do lar e nenhum casamento poderá estar completo sem a presença delas. São egoístas, birrentas, malcriadas, mas são adoráveis assim mesmo, porque são crianças.
Todos os pais se enchem de preocupação para com os filhos e podemos ver freqüentemente uma senhora de oitenta anos chamando seu filho de sessenta de "meu garoto", minha criança, etc. Para os pais, os filhos são eternas crianças, eternamente desprotegidas.
Tantas coisas acontecem na vida de uma criança que se torna impossível enumerá-las. Da mesma forma, é impossível enumerar todas os rituais mágicos que existem com esse tema específico.


PARA O MEDO


Muitas crianças desenvolvem um medo irracional por tudo que as cerca, desde pequenos animais até o escuro do quarto e isso é, para os pais, um incômodo e um tormento.
Muitos acham que isso é quebranto, mau olhado, olho gordo, inveja, etc. e têm razão. Na verdade é um pouco de tudo isso e mais algumas coisas ainda que nem convém comentar. O melhor é fazer logo um ritual para ficar livre disso.


MATERIAIS


Uma ferradura usada
Um pedaço de cordão de algodão cru
Um prego de aço
Uma fita vermelha (77 cm bem medidos)


MODO DE FAZER


Pendurar próximo da janela a ferradura e o prego de aço da seguinte forma. A ferradura será amarrada com o cordão de algodão e o prego de aço com a fita vermelha. Ambos deverão ficar na mesma altura, de forma que, ao serem tocados, o prego e a ferradura choquem-se, fazendo o metal soar.

MODO DE USAR


Pela manhã, abrir a janela do quarto da criança e bater três vezes no prego de aço, fazendo-o chocar-se com a ferradura. Quando for fechar a janela, repetir. Fazer isso sempre que abrir ou fechar a janela.
Observação: Não pendurá-los diretamente sobre o berço ou a cama da criança. Ao fixar o cordão e a fita no teto, use um gancho apropriado. Não use um prego que tenha que ser entortado em seguida.

PARA A DEFESA ESPIRITUAL


Tem gente que acredita, tem gente que duvida, tem gente que fica em dúvida, mas a verdade é que a noite é o ambiente favorável para as manifestações mágicas e místicas. É o momento em que todos nós estamos frágeis, entregues ao sono, sujeitos a sermos perturbados.
As crianças são as primeiras a sentirem. Podem acordar chorando no meio da noite ou simplesmente se recusarem a dormir. Se isso acontecer ou antes disso acontecer, faça um ritual apropriado.


MATERIAIS


Um copo com água limpa
Uma tesoura nunca usada


MODO DE FAZER


Deixar na cabeceira da cama da criança ou num local acima de sua cabeça, um copo de água com uma tesoura dentro.


MODO DE USAR


Durante o dia, a tesoura deverá ficar fechada dentro do copo. ã noite, ela deverá ser aberta, sempre com as pontas para baixo. A cada semana e sempre no mesmo dia, trocar a água. Se ela ficar esverdeada antes desse prazo, espalhar salmoura pelo assoalho e varrer em seguida.

PARA UM SONO TRANQUILO


Se a criança não vem dormindo direito à noite ou tem o sono muito agitado, a mãe logo se incomoda e com razão. Distúrbios ou perturbações do sono podem ser problemáticos para crianças novas e incômodos para os pais.
Se isso ocorre com seus filhos, faça logo um ritual para acabar com o problema.


MATERIAIS


Sete folhas de alface
Um anzol
Um pedaço de barbante de algodão cru
Água fervente
Filtro de papel
Mel puro
Um gancho com rosca na ponta
Uma xícara de louça


MODO DE FAZER


Antes de mais nada, fixe o gancho no teto, amarre uma ponta do cordão ali e a outra ponta no anzol. Esse cordão deverá ficar num canto do quarto, numa altura que a criança não alcance.
Começando no primeiro dia da Lua Minguante, logo após o sol nascer, pendure no anzol uma folha de alface, deixando-a ali o dia todo. ã noite, faça um chá com ela, coando no filtro de papel e adoçando com mel.


MODO DE USAR


Dê o chá amornado para a criança tomar antes de dormir. Pelo menos sete golinhos ela deverá tomar. Jogue todo o resto em água corrente. Guarde a xícara de boca para baixo.
Repita por sete dias consecutivos. Se precisar, repita na próxima Lua Minguante.